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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Encostas do Trogão 2010 Branco

Vinho feito sem indicação das castas utilizadas.

Aparência:
Cor amarela muito pálida.

Aromas:
Muito limonado e simples.

Palato:
De perfil mineral, seco e corpo leve, tem sabor basicamente a limão. A acidez é curta é morre depressa na boca. Não desperta grande interesse.

Final:
Curto.

Conclusão:
Custa 3€. Mesmo sendo um vinho de entrada de gama, castiga o apreciador.

Classificação:★☆☆☆☆

There is no indication of the wine varieties used.

Appearance:
Pale yellow color.

Palate:
Dry and mineral character with light body and tastes basically to lemon hints. Very short acidity, does not has life and does not provide any joy.

Finish:
Short.

Conclusion:
Costs 3€. It's an entry level wine but it punishes the wine lover.

Rating: ★☆☆☆☆

sábado, 14 de janeiro de 2012

Santa Valha Reserva 2005 Tinto

Último lançamento da Quinta de Sobreiró de Cima que segundo o produtor estava reservado aos vinhos tintos mais complexos, pujantes e persistentes. Depois de termos provado o magnifico tinto reserva a expetativa era muita.

Feito a partir de um blend de Touriga Nacional e Tinta Roriz.

Aparência:
Entre o rubi e o granada, ligeiramente opaco.

Aromas:
Alguns frutos vermelhos mas não encanta. É fechado e pouco dialogante.

Palato:
Algo desligado na boca, parecem tábuas de madeira a flutuar no rio. É macio na boca mas não tem estrutura apresar de ser ligeiramente encorpado, não tem taninos e não tem grande acidez . Pouca concentração de sabor: frutos vermelhos com madeira bem integrada.


Final:
Longo e quente.

Conclusão:
Estava à espera de outra coisa, de algo muito melhor depois da boa experiência com outros produtos do produtor. Falta-lhe perfil e carater.

Classificação: ★★☆☆☆

Sitio do Produtor:
http://www.q-sobreirodecima.com

Latest release from Quinta de Sobreiró de Cima which according to the producer is reserved for red wines more complex, full bodied and persistent. After we tasted the spectacular red reserve the expectation was high.


Appearance:
Between ruby and the garnet, slightly opaque.


Aromas:
Some red fruits but not enchants. It's closed and does interact.


Palate:
Disconnected in the mouth, seems oak planks afloat on the river. It is soft but does not have structure despite being slightly bodied, does not have tannins and doesn't have great acidity. Low concentration of flavor: red fruits and some well blended oak.


Finish:
Long and warm.


Conclusion:
I was waiting for something else, something much better after the good experience with other products from the producer. It lacks character.

Rating:★★☆☆☆

Producer's web site:
http://www.q-sobreirodecima.com

domingo, 7 de agosto de 2011

Valle Pradinhos 2005


Português:
Um dos tintos Portugueses que de forma consistente continua valorizado ano após ano é este Valle Pradinhos, sem ir atrás das correrias e das modas. Feito a partir de um blend de Tinta Amarela, Cabernet Sauvignon, Touriga Nacional.

Aparência:
Cor rubi não muito opaca, Deixa lágrima no copo.

Aromas:
Nariz com presença moderada de frutos vermelhos, baunilha e alguma madeira.

Palato:
Muita fruta vermelha bem proporcionada, com acidez viva e com taninos firmes e bem integrados, resulta estruturado. Com presença discreta da madeira terminando ligeiramente especiado e quente. É macio e equilibrado, não sendo muito encorpado.

Final:
Médio.

Conclusão:
Um belo tinto, sem truques e bem feito. Um valor seguro. Custa 9€ e aguenta-se bem em cave.

Outras colheitas.

English:
A Portuguese red that consistently continues year after year to deliver value. Valle Pradinhos does not goes with hype. Made from a blend of Tinta Amarela, Cabernet Sauvignon and Touriga Nacional.

Appearance:
Ruby ​​color not very opaque, leaves tear into the glass.

Aromas:
Nose with moderate presence of red fruits, vanilla and some oak.

Palate:
Lots of red fruit, well balanced with lively acidity and firm tannins and well integrated, resulting structured. With discreet presence of oak finishing slightly spicy and warm. It is soft and balanced, despite is not full-bodied.

Finish:
Medium.

Conclusion:
A beautiful red, no tricks and well done. A safe value. It costs 9€ gets better some years in the cellar.

Other vintages:

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Niepoort Projectos 2004 Riesling Branco

Português:

Bebido na mesma noite com a colheita de 2005 e de 2006, numa mini vertical por sugestão do produtor.

Vinho monocasta feito a partir de Riesling. Resulta de vinhas com mais de 20 anos plantadas a 820 metros de altitude e estágio em inox.

Aparência:
Amarelo palha, a denotar envelhecimento.

Aromas:
No nariz é aromático. Frutos secos, fruto de caroço e algum vegetal.

Palato:
Médio seco, corpo ligeiro, sabor a fruto de caroço, compacto, bem definido e em crescendo: que sensação! Alguns frutos secos à mistura e doce melado no final com algumas notas vegetais. A decomposição e definição dos sabores está muito bem conseguida. O envelhecimento deste vinho aduziu proporção o que o torna muito gostoso. Tem acidez viva, bem integrada no conjunto resultado um vinho muito balanceado.

Final:
Longo e persistente.

Conclusão:
Comparando com as colheitas de 2005 e 2006, esta é sem dúvida a melhor de todas. Custa 15€. Recomendado.

Site do produtor e onde também pode comprar este vinho:

http://www.niepoort-projectos.com/

Outras colheitas: 2006 e 2004

English:


Drunk on the same evening with 2005 and 2006 vintages, a mini vertical as suggested by producer.

Single variety wine made from Riesling. Result of vineyards with more than 20 years located at an altitude of 820 meters and ageing in stainless steel.

Apearance:
Straw yellow with signs of aged wine.

Aroma:
The nose is aromatic. Nuts, stone fruit, and some vegetable hints.

Palate:
Off dry, light body, lots of stone fruit, compact, well defined fruit flavour increases in my mouth. Lovely! Some nuts and honey in the mix and some vegetable notes. Flavours definition is very well achieved. The ageing process brought proportion making everything in the right place. It has lively acidity, well integrated results a very balanced wine.

Finish:
Long and persistent.

Conclusion:
Compared with 2005 and 2006 vintages, this is undoubtedly the best of all. Ageing process makes all the difference. Costs 15 €. Recommended.


Producer's web site where you can also buy this wine:

http://www.niepoort-projectos.com/

Other vintages: 2005 and 2006.

Niepoort Projectos 2005 Riesling Branco

Português:

Bebido na mesma noite com a colheita de 2004 e de 2006, numa mini vertical por sugestão do produtor.

Vinho monocasta feito a partir de Riesling. Resulta de vinhas com mais de 20 anos plantadas a 820 metros de altitude e estágio em inox.

Aparência:

Cor amarela.

Aromas:
Nariz com aromas químicos: gasoleo. Alguns aromas vegetais e sensações meladas.


Palato:
Esta colheita é mais seca. Tem corpo leve e o ataque é feito com sabor a mel silvestre, misturado com notas químicas e sensações fumadas o que resulta numa combinação harmoniosa coadjuvada por intensidade interessante. Liberta bastante balsâmico que foi do meu agrado. Tem acidez macia.

Final:
Longo e persistente com retro-balsâmico. Que final!

Conclusão:
Custa 15€. Já apresenta um perfil para ser consumido. Gostei da combinação de sabores e especialmente do seu desdobramento, mas achei um pouco seco em demasia. Melhor mesmo é beber o de 2004.

Site do produtor e onde também pode comprar este vinho:

http://www.niepoort-projectos.com/

Outras colheitas: 2006 e 2004.

English:

Drunk on the same evening with 2004 and 2006 vintages, a mini vertical as suggested by producer.

Single variety wine made from Riesling. Result of vineyards with more than 20 years located at an altitude of 820 meters and ageing in stainless steel.

Aroma:
Nose with aromas of diesel. Some plant scents and honey sensations.

Palate:

This vintage is dry. It has a lightweight body and the attack is made with a taste of honey mixed with smoked and chemical notes resulting in a harmonious blend enhanced by a flavourful intensity. There is lots of balsamic sensation. It has soft acidity.

Finish:
Long and persistent with retro-balsamic feeling. What a delightful finish.

Conclusion:
It costs € 15. Already has a profile to be consumed. Liked the flavour combination and especially its development, but I found too much dry. The best one is 2004 vintage.

Producer's web site where you can also buy this wine:

http://www.niepoort-projectos.com/

Other vintages: 2006 and 2004.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Valle Pradinhos Reserva 2005 Tinto


Quando foi decantado libertou aromas de forma exuberante.

Cor opaca e lágrima agarrada ao copo.

No nota-se um aroma complexo apresenta notas de frutos maduros, alguma baunilha residual. É um nariz vigoroso.

Na boca é um vinho com excelente volume, forte, carnudo, fruta muito bem estruturada integrada com a madeira. O que mais me impressionou neste vinho é a força que tem. Tem uns taninos fortes, mas sem serem ásperos. Tem muita vida na boca, quase mastigável. É um vinho bem feito.

Tem um final longo prolongado.

Um grande vinho. altamente recomendável.

sábado, 24 de outubro de 2009

Valle Pradinhos 2008 Branco

A colheita de 2008 continua a ser feita a partir de Malvasia Fina, Riesling, Gewuerztraminer.

No copo apresenta lágrima escorrida.

Nariz apresenta-se com aromas de casca de pêssego, notas de manga e no final um pouco escondido aroma a maracujá.

Na boca demonstra ser um vinho de corpo médio, com alguma robustez, tendo perdido (felizmente) o sabor doce que caracterizava a colheita de 2007. Temos portanto um vinho mais afinado.

Todos os sabores são muito finos, com boa interligação. Sabe principalmente a manga, com as notas de marujá a aparecer em segundo plano.

Tem acidez equilibrada e final médio.

Talvez das melhores colheitas dos últimos anos.

sábado, 4 de abril de 2009

Montes Ermos Reserva Tinto 2005

Este vinho tem uma caracteristisca interessante. O nariz cheira a terra.

Boca fresca com a sabor a fruta vermelha e com adstringência pujante no final da prova a necessitar de ser dominada. Acidez um pouco marcada mas sem desiqulibrar o conjunto.

A necessitar de melhoria.

terça-feira, 31 de março de 2009

Valle Pradinhos Tinto 2003

Temos aqui um dos meus vinhos preferidos.

Este vinho merece algum tempo de espera em garrafa antes de ser consumido, porque costuma ficar com melhor sabor e menos adstringente do que quando bebido no ano em que se inicia a comercialização de determinada colheita. Este pelo menos o meu conselho desde que bebi a primeira garrafa de 1999. Se comprou este ano a colheita de 2005 beba-a lá para 2010.

Muito concentrado de sabor. Para alguns talvez um pouco fechado mas eu gosto dele assim. Tem corpo e enche a boca sem exagerar. Sabe a fruta madura equilibrada com alguma adstringência (macia) e álcool.

Liga bem com carnes assadas e queijos curados.

Final longo.

É uma aposta segura.

Outras colheitas:
<2005>

quinta-feira, 12 de março de 2009

Quinta do Sobreiró de Cima - Branco - Colheita 2004

Depois dos aclamados Tintos (ver crítica aqui e aqui) tive a oportunidade de provar o branco no espectacular restaurante Flor de Sal em Mirandela, um projecto muito sério e que vale a pela visitar. sem cair no exagero este restaurante está ao nível ou acima do melhor que há em capitais mundiais.

O vinho foi acompanhado com um Rodovalho.

O branco é maioritariamente feito com a casta verdelho mas não lhe traz sabor a fruta tropical como é hábito. Pelo contrário tem sabor cítrico leve mas pouco estruturado que desaparece rapidamente. Acidez a intrometer-se em demasia. O álcool confere-lhe algum corpo mas infelizmente não chega. É ligeiramente seco e tem final médio.

Na minha opinião a precisar ainda de evolução.


O site do restaurante é: http://www.flordesalrestaurante.com/

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Valle Pradinhos Branco 2007


Há uma história engraçada para contar sobre este vinho.

A primeira vez que o bebi foi num aniversário há aproximadamente 4 anos. Na altura o empregado do restaurante disse-me que era difícil de obter só havia mais algumas garrafas e não vinha mais pois estava esgotado.

Passado estes anos todos e depois de muito procurar em algumas garrafeiras a resposta era invariavelmente a mesma. Vinho de produção restrita, só com reserva prévia, etc.

No fim-de-semana passado estava em Mirandela, localidade próxima do produtor e entrei dentro de uma loja de produtos regionais. Após decidir-me a comprar pão de azeite, folar e outras iguarias, fui apenas por curiosidade espreitar os vinhos. Encontrei este Branco que tanto procurara bem como o Reserva 2005 tinto que segundo criticas das revistas especializadas está muito bem e recomenda-se guardar em cave. Estive para comprar o Reserva no Natal mas esgotou.

Para meu espanto, na loja podia-se encontrar numa zona escura, resguardada, um conjunto de garrafas muito interessante: Barca Velha, Quinta da Leda, Quinta do Castro Vinhas Velhas 2003, Quinta da Touriga Chã, entre outros tesouros. Espero que dadas as elevadas temperaturas que a cidade sofre no Verão, tenham o devido cuidado na preservação do vinho.

Em relação a este Valle Pradinhos Branco propriamente dito realça-se que é feito a partir de castas Malvasia Fina, Riesling e Gewürztraminer, pouco utilizadas em Portugal.

Na boca há muita fruta com alguma doçura (particularmente desagrada-me) que desequilibra o conjunto e obriga a saber ligar este branco com o que se come. Tem sabor constante, macio e algum corpo. O grau alcoólico (13,5%) proporciona uma presença balsâmica agradável quando o vinho acaba de escorregar pela garganta. Em mau plano está a acidez (inexistente). Final médio.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Quinta do Sobreiró de Cima Reserva 2003

Na noite de fim de ano bebeu-se este reserva.
A expectativa era grande depois da prova do colheita.

Esta reserva é obtida com vinhas muito velhas. Segundo o produtor as castas utilizadas são predominantemente Touriga Nacional e Trincadeira Preta.

É um vinho mais redondo e encorpado do que o colheita num conjunto mais harmonioso. Tem mais alma. Frutos pretos mais carregados e a madeira também está lá devido ao estágio. Final mais longo e persistente.

Bom para acompanhar fumeiro e carnes vermelhas assadas.

Continuo a ter muito boa impressão do colheita por ter sabor mais cru apesar deste reserva ser mais muito mais macio e mais elaborado.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Quinta do Sobreiró de Cima Colheita Seleccionada 2004

Há uns anos atrás antes da explosão dos vinhos do Douro após a elevação da região como património mundial, havia algumas regiões como Valpaços, Vila Flor e S. João da Pesqueira onde se produziam vinhos tintos de qualidade que foram sendo esquecidos após a distinção da região.

Em Valpaços a Adega Cooperativa conseguiu produzir alguns vinhos de produção reduzida que só os engarrafava na variante de 0,5l, caracterizados por possuir elevado teor alcoólico, sabor robusto, forte e bem marcado final longo. Desses vinhos tenho alguma saudade porque não tive oportunidade de os voltar a beber.

Este Quinta do Sobreiró de Cima é um vinho produzido na região de Valpaços e ao prova-lo fez-me lembrar os vinhos produzidos pela Adega Cooperativa.

No nariz um excelente aroma. É um vinho de sabor muito intenso, muito marcado pela fruta preta. É um vinho que se bebe por e com prazer. É um vinho que se bebe e continua-se a ter vontade de beber.

Sente-se a presença do álcool mas é extremamente suave.

Final longo e parece que nunca mais termina. Tal com o Meandro é um vinho que se entranha na boca.

Altamente recomendado.

Mais informações em:

http://www.q-sobreirodecima.com/

Se tiver curiosidade do que a adega Cooperativa de Valpaços pode oferecer:

http://www.acv.pt/